- Divisão das turmas em grupos de 4 ou 5 alunos(as);
- Cada grupo terá um nome, escolhido pelo mesmo;
- Cada grupo receberá um caderno para anotações das atividades diárias nas disciplinas (relatório), que poderá ser acompanhado por todos os professores(as);
- Cada grupo escolherá um tema para trabalhar;
- Os temas serão dados pelos professores(as) em uma lista prévia. Pode-se, porém, ser escolhido um tema diferente pelo grupo, com autorização dos professores(as);
- O professor(a) separará uma ou mais aulas semanais de sua disciplina para a realização deste projeto, ou mesmo trabalhará somente com este projeto. Os outros tempos, se for o caso, trabalhará com conteúdos específicos da sua disciplina;
sábado, 15 de outubro de 2011
Projeto Escola que Pesquisa
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
14 perguntas e respostas sobre projetos didáticos
Os projetos didáticos, pelas suas caracteristicas de trabalhar conteúdos que envolve uma situação problema, trazem a vida real para a sala de aula. Porém, ainda geram muitas dúvidas quanto a sua organização e planejamento do tempo e dos conteúdos que envolve o problema levantado. Veja aqui e tire suas dúvidas lendo as 14 perguntas e respostas sobre esse tipo de projeto,
sábado, 24 de setembro de 2011
O Computador e a internet: propostas metodológicas
Com a Internet podemos modificar mais facilmente a forma de ensinar e aprender tanto nos cursos presenciais como nos a distância. São muitos os caminhos, que dependerão da situação concreta em que o professor se encontrar: número de alunos, tecnologias disponíveis, duração das aulas, quantidade total de aulas que o professor dá por semana, apoio institucional. Alguns parecem ser, atualmente, mais viáveis e produtivos. Veja as sugestões dadas por José Manuel Moram...
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Educadores e sala de informática: por onde começar?
Muito se fala da necessidade de incorporar o uso da sala de informática à prática pedagógica. No cotidiano, os alunos pedem para utilizá-la, o professor gostaria de freqüentá-la, mas algumas vezes não se sente seguro. O coordenador pedagógico quer ajudar, mas nem sempre sabe como. O que fazer? Por onde começar?Leia mais..
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Reunião com o Gestor USE-02
No dia 13 de Setembro 2011, asmultiplicadoras do NTE-Belém, Mª do Carmo Acácio e Tânia Jacó, reúne no polo da USE-02 com o gestor SérgioMonteiro, a Técnica em ADC –Rose Garcia e o Técnico Rogério Mendes.
O encontro foi realizado paratratar dos seguintes assuntos: Clique aqui...
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Reunião de assessoramento pedagógico com os Professores das SI das Escolas da USE 2
Nos dias 23 e 24 do mês de Agosto, ocorreu a reunião mensal com os professores das SIE das
Escolas da USE 2 e Multiplicadores
do NT-Belém. A reunião aconteceu em dois
turnos manhã e noite, sendo: dia 23 das
19:00 às 22:00 na EEEFM Acy de Jesus Neves de Barros Pereira e no dia
24 ocorreu das 8:00 as 12:00 na EEEFM Magalhães Barata. O Encontro teve como objetivo promover a
socialização, reflexão, discussão e avaliação das ações pedagógicas
desenvolvidas, no primeiro semestre e socialização das ações previstas no
projeto de autoria de cada professor a
ser desenvolvido no segundo semestre de 2011 em parceria com os docentes de sua
escola. Clique no link abaixo e leia relatório completo do encontro.
Relatório do Assessoramento aos prof. SIE
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Onde está a origem do problema da metodologia de copiar e colar empregada pelos alunos?
Pesquisas escolares apresentadas como simples cópias de textos, sejam eles obtidos na Internet ou em algum livro da biblioteca escolar, originam-se de uma série de fatores que estão diretamente ligados à atuação do professor. Dentre eles são citados alguns:
- Falta de planejamento pedagógico do professor. Como em qualquer atividade pedagógica, é preciso ter claros os objetivos, recursos, métodos, formas de avaliação e redirecionamentos futuros. Pesquisas precisam ser “planejadas como projetos” e não apenas “solicitadas como atividades”;
- Falta de clareza na proposta de pesquisa e falta de orientação adequada aos alunos sobre os procedimentos envolvidos em uma pesquisa escolar de forma geral. Os alunos precisam ter claros os procedimentos que terão de empregar para executar a pesquisa. Isso equivale a produzir e distribuir inicialmente aos alunos um rubrica de avaliação do trabalho de pesquisa solicitado a eles;
- Forma pobre com que a pesquisa é proposta, geralmente como uma “coleta genérica de dados”. Trabalhos de pesquisa são bem mais interessantes quando propostos como “caça ao tesouro”, “webquest”, “desafios” e “problemas abertos” que demandem a pesquisa proposta como ferramenta de resolução e não como produção final;
- Falta de disposição do professor para analisar as produções de maneira crítica e construtiva, resumindo-se apenas ao trabalho de “coletar e classificar a pesquisa”. Se, por um lado o aluno usa do artifício de copiar e colar, por outro, muitos professores apenas “pesam o trabalho” e o avaliam pelo número de páginas ou pela apresentação visual, sem realmente analisarem a pesquisa em si, o roteiro de produção do aluno e, principalmente, a efetividade da aprendizagem decorrente da pesquisa;
- Abandono intelectual do aluno durante o processo de pesquisa. Para muitos professores o aluno deve ser capaz de fazer, de uma única vez e sem apoio do professor, uma pesquisa que retorne exatamente o que o professor deseja e da forma como ele gostaria que a pesquisa fosse feita. Uma pesquisa escolar é um processo que precisa ser assistido, apoiado e redirecionado enquanto ocorre e não apenas avaliado depois de finalizado.
Portanto, a origem do problema da metodologia de copiar e colar empregada pelos alunos não está em uma “falha de caráter dos alunos”, na sua “preguiça de ler e resumir” ou na “facilidade com que se pode copiar e colar textos inteiros ou excertos e imagens da Internet”, mas sim na incapacidade do professor de propor, apoiar, acompanhar e participar com o aluno de pesquisas onde a cópia pura e simples não atenda aos requisitos previamente definidos na tarefa.
10 conselhos para evitar o “copiar e colar”Fonte: José Carlos. O uso pedagógico da Sala de Informática da escola, Professor Digital, SBO, 08 maio 2010. Disponível em: <http://professordigital.wordpress.com/2010/05/08/o-
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
A SOCIEDADE DA APRENDIZAGEM E O DESAFIO DE CONVERTER INFORMAÇÃO EM CONHECIMENTO
o texto de
Juan Ignacio Pozo especialista em Psicologia da Aprendizagem e
catedrático de Psicologia Básica na UniversidadeAutônoma de Madri
(Espanha).traz logo no inicio uma uma citação.
“Vivemos em uma sociedade de aprendizagem, na qual aprender constitui
uma exigência social crescente que conduz a um paradoxo: cada vez mais
se aprende mais e cada vez mais se fracassa na tentativa de aprender.”
Esse início nos fomenta a pensar sobre como estamos conduzindo nossas crianças ao conhecimento. Vive-se em uma era de informação, mas ao mesmo tempo, existe um fracasso de aprendizagem nas estatísticas educacionais. O que acontece de errado então?
Esse início nos fomenta a pensar sobre como estamos conduzindo nossas crianças ao conhecimento. Vive-se em uma era de informação, mas ao mesmo tempo, existe um fracasso de aprendizagem nas estatísticas educacionais. O que acontece de errado então?
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
Redes sociais e 'twitteratura' aproximam o aluno do professor
Clique aqui e leia matéria completa: Redes sociais e 'twitteratura' aproximam o aluno do professor.
Mais sobre o tema:
- Redes sociais colaboram com pesquisa em inovação educativa
- Redes sociais e sites facilitam o aprendizado de idiomas
- Estudo: professores se dizem inseguros para usar tecnologias
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