domingo, 8 de julho de 2012

Nativos digitais e imigrantes digitais

Por Maria do Carmo Acácio

Participar de uma comunidade virtual é estar mais conectado com os nossos amigos que estão conectados via internet, é desenvolver habilidades sociais que vem da interação tanto online quanto offline, é termos a possibilidade de maior exploração na formação de identidades que oferece incríveis possibilidades em termos de desenvolvimento pessoal.
Segundo Palfrey (2011 p.45) a natureza da identidade na era da internet se assemelha a mesma ao que era no passado agrário, ou seja, as pessoas ainda se expressam através de suas características pessoais, de seus interesses e de suas atividades no espaço real, porém o que diferencia são os meios utilizados, youtube, blogs e outros, os quais possibilitam mais experimentações e reinvenção das identidades.
 Embora o uso dessas novas tecnologias permita ao usuário uma série quase que infinita de possibilidades para se divertir em uma série ampla de plataformas virtuais, entre elas moldar sua identidade no decorrer do tempo para incorporar mudanças no modo como ele quer ser percebido, os estudos da formação da identidade online em Palfrey (2011) apontam consistentemente para o fato de que os jovens sejam ou não nativos digitais, tendem a expressar suas identidades online de maneira muito parecida com as que realmente tem e de maneiras que são consistentes com suas identidades no espaço real. Ou seja, a identidade de um jovem nativo digital não é dividida em identidades online e offline, os nativos digitais nunca distinguem entre as versões online e offline de si mesmos. Os nativos digitais estabelecem e comunicam suas identidades simultaneamente no mundo físico e no mundo digital.
Pelo motivo de os nativos digitais muito pouco fazer a distinção entre as versões online e offline de si mesmos, Palfrey (2011) alerta a todos aqueles que fazem uso de redes sociais, seja Facebook, Orkut, MySpace ou outras, para que estejam sempre atento com as mensagens que ali colocam, pois muitos de seus amigos que estão lá são adultos e podem trabalhar na mesma empresa, até mesmo ser seu chefe, ou ainda estudar na mesma faculdade, serem seus colegas ou seus professores, etc., por isso tem-se quer ser discreto.
 Fica evidente que um nativo digital deve ser consciente de que sua reputação e a reputação de seus amigos e amigas está em risco se ele não tiver cautela nas informações que compartilhar nas redes sociais e além disso essas informações poderão estar acessível a outros por um longo período de tempo e em contextos que ele não espera. Portanto todo cuidado é pouco, do contrário, algumas implicações podem surgir, uma vez que tudo que é colocado nos formatos digitais são facilmente acessados por qualquer um, incluindo pessoas não conhecidas.
Diante desse contexto é compreensível a preocupação de pais e professores com relação ao conteúdo exposto na rede pelos seus filhos/alunos enquanto usuários de rede sociais virtuais.
Ref.
PALFREY, John, GRASSER, Urs. Entendendo a primeira geração de nativos digitais. Ed. Artmed. 2011

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Cartilha de Segurança na Internet

A Cartilha de Segurança para Internet contém recomendações e dicas sobre como o usuário pode aumentar a sua segurança na Internet. O documento apresenta o significado de diversos termos e conceitos utilizados na Internet e fornece uma série de procedimentos que visam melhorar a segurança de um computador. Leia sobre:

Riscos Envolvidos no Uso da Internet e Métodos de Prevenção

Esta parte da Cartilha aborda diversos riscos envolvidos no uso da Internet e seus métodos de prevenção. São discutidos os programas que possibilitam aumentar a segurança de um computador, como antivírus e firewalls, e apresentados riscos e medidas preventivas no uso de programas leitores de e-mails, browsers, programas de troca de mensagens, de distribuição de arquivos e recursos de compartilhamento de arquivos. Também é discutida a importância da realização de cópias de segurança.

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Turma LLPF 0102

Disciplina ‘Análise e Produção de Textos" Julho 2012 Esta turma vale 1000.





























segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

O uso das Novas Tecnologias Digitais em sala de aula é o caminho para “motivar” os alunos.


Por: Maria do Carmo Acácio
A grande quantidade de aparatos tecnológicos (aplicativos, jogos, imagens em 3D, software e hardware) desenvolvidos com o objetivo de facilitar a aprendizagem foi tema de destaque na maior feira mundial de Tecnologias de Educação do planeta, que aconteceu entre os dias 11 a 14 de janeiro em Londres na Grã-Bretanha.
As experiências apresentadas como a da professora de Estudos Sociais da escola Emerson Park School, em Londres, que usou o Twiter para enviar mensagens aos seus alunos, bem como o plano de aula do dia, questões simples para verificar o conhecimento sobre determinado conteúdo e noticias  relacionadas ao tema, fez com que aumentasse sua comunicação com seus alunos, até mesmo com os mais tímidos, conforme o relato da professora.

Outra experiência apresentada foi o resultado de uma pesquisa realizada por pesquisadores da Universidade de Londres, em  que os estudantes de turmas na qual o professor usou animações em 3D para ensinar o corpo humano, as notas foram bem melhores daqueles alunos de uma turma em que o professor usou apenas ferramentas em 2D.  Ou seja, os alunos que se apropriaram de ferramentas 3D, disponibilizadas e orientadas pelo professor para a compreensão do conteúdo,  conseguiram apreender mais informações em menos tempo, lembrar mais detalhes e dar respostas mais elaboradas em questões abertas.
A conclusão que se teve é que o uso das Tecnologias, ao contrário de atrapalhar, favorece a interação, comunicação entre professor e aluno.  Segundo os relatos no evento, boa parte dos professores tem utilizado as tecnologias para aproximar de suas turmas e acreditam  que essas novidades da tecnologia para a sala de aula é o caminho para “motivar” os alunos.

Segundo Steve Bunce, consultor em tecnologia da Educação  do Reino Unido afirma que o papel do professor é disponibilizar o acesso à ferramenta e fazer a avaliação. Para Bunce o educador deve se tornar um questionador, em vez de explicar o conteúdo, o professor deve criar as perguntas sobre o mundo real. E os problemas globais para serem respondidos pelos alunos, que, por sua vez,  com a tecnologia, podem sozinhos ir atrás das informações e trazer as soluções. Ainda para Steve Bunce, é assim que se educa cidadãos com autonomia para aprender.
Referência:
Revista nova Escola: Tecnologia favorece ou atrapalha a interação?  Editora: Paola Gentile. 01/2012. Disponível em
http://revistaescola.abril.com.br/gestao-escolar/tecnologia-favorece-ou-atrapalha-interacao

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Como usar as redes sociais a favor da aprendizagem

Conheça a melhor forma de se relacionar com a turma nas redes sociais e saiba como o Facebook, o Orkut ou o Twitter podem ser aliados do processo de aprendizagem.

Leia o texto na íntegra....

 

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Escola & Tecnologia

Pesquisa no computador

Aborda-se, aqui, alguns pressupostos teóricos acerca das pesquisas e projetos escolares mediadas pelo computador: A palavra pesquisa tem sua origem no latim: perquiro que quer dizer "procurar, buscar com cuidado; procurar por toda a parte; informar-se; inquirir; perguntar; indagar bem; aprofundar na busca (BAGNO, 1998).

Segundo Canen e Andrade, (2005), a pesquisa envolveria um problema real, levado ao nível acadêmico para que seu foco seja investigado rigorosamente, através de critérios e métodos críticos, a fim de que os seus resultados possam ser sistematizados e divulgados, segundo teorias reconhecidas e atuais.

De acordo com Almeida (2000), a pesquisa (escolar) deve ser elaborada de maneira a promover a autonomia do aluno, tornando-o capaz de:
..... Leia o texto todo

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Homenagem que Meus Colegas Fizeram Pra Mim no Meu Aniversário

"Trabalho no NTE desde 1996, com exceção dos anos que passei fora para aprimoramento de estudos,  e sou muito grata pelas oportunidades e desafios que me foram e que me são concedidos. Neste percurso, amadureci pessoal e profissionalmente. Aprendi e continuo aprendendo muito. Sinto-me honrada e feliz em conviver com pessoas tão competentes, com o espírito de equipe o que facilita o bom desempenho de nosso trabalho e conseqüentemente o comprometimento, a cooperação nas atividades que desenvolvemos neste núcleo.
Obrigada minha diretora, minha coordenadora e meus colegas de trabalho pela homenagem que fizeram. Um grande abraço a todos!

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Término de mais um Curso



Ontem, dia 07/11/2011, encerraram as aulas de mais um Curso Ensinando e Aprendendo com as TIC - E-Proinfo. O curso foi ministrado pelas professoras Maria do Carmo Acácio e Tânia Jacó, sob a coordenação de Rosélia Gouvea e contou com um grupo de cursistas que fazem a diferença e nos fazem crescer enquanto profissionais.

Por ocasião do encontro fizemos uma reflexão a partir dos versos do poema “Travessia” de Fernando Pessoa: "Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas...Que já têm a forma do nosso corpo ... E esquecer os nossos caminhos que nos levam sempre aos mesmos lugares ... É o tempo da travessia ...E se não ousarmos fazê-la ... Teremos ficado ... para sempre ... À margem de nós mesmos...".

Uma das reflexões levantadas é que os versos nos sugerem ousadia e confiança para mudanças. Mudar e mudar em todos os sentidos – pessoal e profissional. Mas mudar não é fácil. Naturalmente somos contaminados pela rotina, passamos a viver quase que mecanicamente.

Só que há pessoas que têm essa coragem e, mesmo tendo tudo contra a sua realidade, não medem esforços. Buscam forças onde menos se espera, acham brechas em situações adversas e vão em busca de seus sonhos. Chegam aonde desejam ou até mais longe e, muitas vezes, são duramente criticadas pela inveja daquelas pessoas que se acovardam perante o ato de viver. Aliás, a inveja é um sentimento doentio, um declarar da incompetência de muitos, pois quem é bem-resolvido não tem inveja do outro.

Enquanto formadoras, podemos assegurar que a busca por este curso já caracteriza um desejo que nasce deste desejo de mudanças.
Portanto, desejamos que cada participante possa compartilhar o conhecimento apreendido. Que mesmo acertando ou errando coloquem em prática as experiências e aprendizagens realizadas no decorrer do curso com seus alunos, utilizem os canais de interação, aqui discutidos, para interagir direto com os seus educandos, colegas e amigos. Cada um tem uma larga experiência dentro de si e não deixe de compartilhar com aqueles que estiverem ao seu redor.

O encontro foi encerrado com uma confraternização entre cursistas, formadores do curso e coordenação.

Não esqueçam! Nosso curso chegou ao término, porém, nossa jornada na prática pedagógica diante das aprendizagens está apenas no começo. Que o NTE seja sempre procurado para novas formações.

Um abraço e um FELIZ NATAL E UM PRÓSPERO ANO NOVO a todos e a todas.

Confiram as Fotos

Maria do Carmo/Tania Jacó

NTE Belém